
O
II CONGRESSO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, A III CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE
SAÚDE, A I CONFERÊNCIA DE ESPORTE, RECREAÇÃO E LAZER E ALGUMAS PRÉ-CONFERÊNCIAS
DE DIREITOS HUMANOS ENCAMINHARAM AO III CONGRESSO DIRETRIZES DE CARÁTER
MAIS GERAL, QUE FORAM REFERENDADAS PELOS PARTICIPANTES NA PLENÁRIA
FINAL. ESTAS DIRETRIZES SÃO APRESENTADAS A SEGUIR. DIRETRIZES DO II
CONGRESSO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ENCAMINHADAS AO III CONGRESSO DA CIDADE
A cidade chegou a um novo patamar na educação feita em sua rede municipal,
desde a Educação Infantil, passando pelos Ciclos de Formação no Ensino
Fundamental Regular, com sua especificidade na Especial, até a Educação
de Jovens e Adultos através do MOVA. Na Educação Infantil (0 a 6 anos),
é preciso ampliar o atendimento e qualificá-lo, comprometendo a União
e Estado na busca de fontes de financiamento deste nível de ensino.
Para as escolas de Ensino Médio da rede municipal de ensino, além
do desafio e necessidade de pensar a formação dos (as) educadores/as,
está colocada a premência de repensar a terminalidade dos seus cursos
de forma articulada com as políticas apontadas para o desenvolvimento
da cidade. A Educação de Jovens e Adultos, além de seguir buscando
a alfabetização e o ensino fundamental a todos (as), precisa aliar
a escolaridade à capacitação ou recapacitação para a inserção ou reinserção
no circuito produtivo. No MOVA, precisamos apresentar mais do que
aula, para que as pessoas que ainda não sabem ler e escrever mobilizem-se
para fazer parte de um grupo para aprender. Um outro caminho para
a continuidade do MOVA é a formação de grupos de cultura. No trabalho
com meninos e meninas de rua, a efetiva articulação das políticas
das diferentes Secretarias deverá encaminhar sua reintegração à comunidade
de origem e/ou a própria sustentabilidade. Para os/as adolescentes
e jovens nesta situação, ampliar e articular melhor o trabalho educativo
e de geração de renda vinculado à escolarização e a política da assistência
de desrualização. Cumpre, ainda, assegurar o acesso à educação nas
unidades de ensino das comunidades de origem às crianças e adolescentes
em processo de retorno familiar e comunitário, acompanhados pelos
serviços que atuam com essa população, garantindo o suporte necessário
para a sua permanência na escola. São estas as tarefas que estão propostas
a seguir sob forma de diretrizes e ações. OBJETIVO CENTRAL: "Identificar
a exclusão em Porto Alegre" EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO 1. Ampliar
os fóruns de discussão e divulgação sobre os critérios de ingresso
na Educação Infantil com revisão permanente dos mesmos para ocupação
das vagas, levando em consideração também, todos os segmentos da unidade
de ensino, garantindo maior transparência e divulgação do processo
de seleção e da lista dos contemplados. OBJETIVO CENTRAL: "Inclusão
da população com elevado grau de vulnerabilidade através de programas
integrados intersetoriais." EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO 2. Ampliar
vagas, construir e ou ampliar unidades de ensino em regiões com aumento
de demanda, estudando a possibilidade de oferecer o ensino em outros
turnos (vespertino e noturno), assegurando a qualidade e cumprimento
dos mínimos legais exigidos. Estas construções devem atender as prioridade
apontadas no Orçamento Participativo, contemplando os movimentos de
reassentamento previstos pelo Governo Municipal nas regiões com significativo
aumento populacional e com carência de unidades de ensino. 3. Buscar
parcerias com instituições privadas, organizações não governamentais
entre outras, com vistas à construção de creches comunitárias, bem
como à qualificação dos espaços já existentes, considerando a normatização
específica referente a esta etapa da Educação Básica. 4. Ampliar e
garantir a qualidade do atendimento de zero a seis anos nas escolas
infantis, especiais e creches conveniadas, adequando seu espaço físico.
Esta ampliação deverá considerar as reais condições de atendimento,
bem como as demandas apontadas nas micro regiões, ficando garantido
o retorno do investimento para a comunidade. 5. Garantir a manutenção
e ampliação dos convênios com creches comunitárias, bem como assessoria
pedagógica e formação de educadores/as. 6. Articular uma política
de acesso das crianças das creches comunitárias à Rede Pública de
Ensino. 7. Expandir progressivamente a oferta da Educação de Jovens
e Adultos, a partir do atendimento às demandas oriundas do Orçamento
Participativo da cidade, garantindo a continuidade de estudos e criando
estratégias para permanência dos/as alunos/as. 8. Aprofundar a discussão
sobre a política de integração dos/as alunos/as com necessidades educativas
especiais, garantindo o seu atendimento permanente especializado e
sua inclusão qualificada em espaços educativos, independente da idade
cronológica, mas adequados às suas peculiaridades. 9. Garantir a política
de inclusão e acesso nas unidades de ensino, bem como assessorias
especializadas (educação especial, psicologia, serviço social, psicopedagogia,
fonoaudiologia e outras) na integração de alunos/as com necessidades
educativas especiais. 10. Gestionar junto à Secretaria de Educação
do Estado, ampliação de vagas para o Ensino Médio dentro de sua própria
comunidade, assegurando a continuidade de estudos a todos os/as alunos/as
que concluírem o ensino fundamental. 11. Qualificar e ampliar a Rede
de Proteção Social contemplando e comprometendo o atendimento contínuo
nos três eixos: social, clínico e educacional, de forma a garantir
o acesso, a permanência e aprendizagem do/as aluno/as nas unidades
de ensino. 12. Promover ações específicas e efetivas articulando diversos
órgãos públicos (da educação, saúde, assistência social, Ministério
Público e Conselhos Tutelares), buscando a permanência e aprendizagem
dos/as alunos/as nas unidades de ensino. 13. Estabelecer e aperfeiçoar
parcerias com Secretarias, entidades, universidades instituições,
garantindo agilidade neste processo, para qualificar o trabalho das
unidades de ensino, MOVA e creches comunitárias, fortalecendo a Rede
de Atendimento Integral aos alunos e alunas, em consonância com a
política educacional da Rede Municipal de Ensino. 14. Assegurar acesso
à educação, em unidades de ensino da comunidade de origem, às crianças
e adolescentes em processo de retorno familiar e comunitário, avaliados
e acompanhados pelos serviços que atuam com essa população, em especial
com vivência de rua, garantindo o suporte necessário para a permanência
do/a aluno/a nas unidades de ensino. 15. Ampliar o projeto que prevê
a inserção de alunos/as no mundo do trabalho, priorizando os de necessidades
educativa especiais, a partir do desenvolvimento de atividades educativas
nas Secretarias da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e órgãos públicos
municipais, bem como fortalecer e ampliar as parcerias com outras
entidades. EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DO CONHECIMENTO 16. Potencializar
e ampliar os espaços da unidade de ensino enquanto pólo cultural,
possibilitando, através de parcerias com órgãos públicos e a sociedade
civil organizada, atividades variadas na área da cultura, do lazer,
do esporte e da educação ambiental relacionadas com a questão pedagógica.
17. Potencializar as bibliotecas escolares como espaços culturais
nas unidades de ensino, democratizando o acesso à comunidade, dotando-as
de recursos necessários para transformá-las em "bibliotecas populares".
18. Viabilizar novas parcerias com Secretarias Municipais e Estaduais,
Universidades, Organizações não Governamentais e outras instituições
, além de qualificar as já existentes na área da saúde, assistência
social e Conselhos Tutelares, com vistas a contribuir com o processo
de aprendizagem dos/as educandos/as da Rede Municipal de Ensino, fortalecendo
espaços tais como as Redes de Atendimento. EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DA
GESTÃO 19. Potencializar a democratização do espaço escolar, oportunizando
as unidades de ensino serem, efetivamente, um espaço cultural aberto
à comunidade durante todo ano, oferecendo cursos e outras atividades
de acordo com a sua demanda e mediante adequada infra-estrutura e
recursos disponíveis. 20. Ativar e ampliar a Rede de Atendimento valorizando
a participação na mesma enquanto espaço privilegiado de articulação
com as estruturas públicas e comunitárias de prestação de serviços
na área. OBJETIVO CENTRAL: "Garantir e ampliar recursos para financiamento
das políticas sociais." EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO 21. Articular
e implementar alternativas conjuntas para comprometer União, Estado
e Municípios quanto ao financiamento da Educação Infantil, Ensino
Médio e Educação de Jovens e Adultos. 22. Buscar parcerias com instituições
privadas, organizações não governamentais entre outras, com vistas
à construção de creches comunitárias, bem como à qualificação dos
espaços já existentes, considerando a normatização específica referente
a esta etapa da Educação Básica. 23. Garantir a manutenção e ampliação
dos convênios com creches comunitárias, bem como assessoria pedagógica
e formação de educadores/as. 24. Qualificar e ampliar a Rede de Proteção
Social contemplando e comprometendo o atendimento contínuo nos três
eixos: social, clínico e educacional, de forma a garantir o acesso,
a permanência e aprendizagem do/as aluno/as nas unidades de ensino.
25. Ampliar o projeto que prevê a inserção de alunos/as no mundo do
trabalho, priorizando os de necessidades educativa especiais, a partir
do desenvolvimento de atividades educativas nas Secretarias da Prefeitura
Municipal de Porto Alegre e órgãos públicos municipais, bem como fortalecer
e ampliar as parcerias com outras entidades. EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO
DO CONHECIMENTO 26. Potencializar e ampliar os espaços da unidade
de ensino enquanto pólo cultural, possibilitando, através de parcerias
com órgãos públicos e a sociedade civil organizada, atividades variadas
na área da cultura, do lazer, do esporte e da educação ambiental relacionadas
com a questão pedagógica. EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO 27. Buscar
parcerias para qualificar os profissionais em educação envolvidos
pelos convênios (creches, MOVA...). 28. Garantir e potencializar a
participação das unidades de ensino e comunidade escolar nos movimentos
do Orçamento Participativo da SMED, articulando uma maior integração
com o Orçamento Participativo da cidade. 29. Ampliar e qualificar,
de forma integrada, parcerias com outras instituições de esferas governamentais
e não governamentais, potencializando e garantindo o atendimento aos
usuários/as da Escola Pública e das instituições conveniadas. OBJETIVO
CENTRAL: "Qualificar a gestão participativa na cidade." EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO
DO ACESSO 30. Potencializar os mecanismos de ampla divulgação do projeto
educacional desenvolvido pela Rede Municipal de Ensino, priorizando
as comunidades escolares, através de instrumentos de participação
democrática, buscando parcerias para ampliar esta divulgação. 31.
Ampliar os fóruns de discussão e divulgação sobre os critérios de
ingresso na Educação Infantil com revisão permanente dos mesmos para
ocupação das vagas, levando em consideração também, todos os segmentos
da unidade de ensino, garantindo maior transparência e divulgação
do processo de seleção e da lista dos contemplados. 32. Estabelecer
e aperfeiçoar parcerias com Secretarias, entidades, universidades
instituições, garantindo agilidade neste processo, para qualificar
o trabalho das unidades de ensino, MOVA e creches comunitárias, fortalecendo
a Rede de Atendimento Integral aos alunos e alunas, em consonância
com a política educacional da Rede Municipal de Ensino. EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO
DO CONHECIMENTO 33. Ampliar e aprofundar o esclarecimento da proposta
político-pedagógica da organização do ensino por ciclos de formação,
proporcionando amplo e sistemático debate sobre sua organização junto
aos diferentes segmentos da comunidade escolar, inclusive através
os meios de comunicação de massa. 34. Ampliar a discussão da política
educacional, investindo na formação continuada dos diferentes segmentos
da comunidade escolar e rede conveniada, priorizando temáticas emergentes
da comunidade, articulando, sempre que possível, com a organização
curricular. 35. Potencializar e ampliar os espaços da unidade de ensino
enquanto pólo cultural, possibilitando, através de parcerias com órgãos
públicos e a sociedade civil organizada, atividades variadas na área
da cultura, do lazer, do esporte e da educação ambiental relacionadas
com a questão pedagógica. 36. Potencializar as bibliotecas escolares
como espaços culturais nas unidades de ensino, democratizando o acesso
à comunidade, dotando-as de recursos necessários para transformá-las
em "bibliotecas populares". 37. Viabilizar novas parcerias com Secretarias
Municipais e Estaduais, Universidades, Organizações não Governamentais
e outras instituições , além de qualificar as já existentes na área
da saúde, assistência social e Conselhos Tutelares, com vistas a contribuir
com o processo de aprendizagem dos/as educandos/as da Rede Municipal
de Ensino, fortalecendo espaços tais como as Redes de Atendimento.
EIXO: DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO 38. Garantir e potencializar a participação
das unidades de ensino e comunidade escolar nos movimentos do Orçamento
Participativo da SMED, articulando uma maior integração com o Orçamento
Participativo da cidade. 39. Viabilizar alternativas concretas que
possibilitem envolver um número cada vez maior de pessoas comprometidas
com os novos paradigmas da educação em Porto Alegre e a criação de
propostas que integrem as unidades de ensino com as comunidades na
busca de um novo patamar de relações com os movimentos populares e
fórum do Orçamento Participativo da região e outros, ao mesmo tempo
em que consolidamos a gestão democrática das unidades de ensino e
do sistema. 40. Potencializar a democratização do espaço escolar,
oportunizando as unidades de ensino serem, efetivamente, um espaço
cultural aberto à comunidade durante todo ano, oferecendo cursos e
outras atividades de acordo com a sua demanda e mediante adequada
infra-estrutura e recursos disponíveis. 41. Qualificar o uso dos espaços
públicos pela comunidade, estimulando a participação da mesma nos
fóruns de debate regionais para discutir questões como: saúde, educação,
família, não violência, entre outras, relacionadas às questões pedagógicas.
42. Ampliar e qualificar, de forma integrada, parcerias com outras
instituições de esferas governamentais e não governamentais, potencializando
e garantindo o atendimento aos usuários/as da Escola Pública e das
instituições conveniadas. 43. Ativar e ampliar a Rede de Atendimento
valorizando a participação na mesma enquanto espaço privilegiado de
articulação com as estruturas públicas e comunitárias de prestação
de serviços na área. 44. Articular os conselhos escolares por regiões,
em conjunto com a mantenedora, dando conta das demandas das unidades
de ensino, bem como buscando parcerias com organizações governamentais
e não governamentais, preservando a autonomia politico-pedagógica
das instituições municipais de ensino. DIRETRIZES DA III CONFERÊNCIA
MUNICIPAL DE SAÚDE PARA O III CONGRESSO DA CIDADE 1. Estabelecer entre
os diversos órgãos governamentais e do controle social um calendário
unificado de eventos ( Conferência, seminários e reuniões dos Conselhos
Temáticos e COP) de forma integrada e organizada para que as várias
instâncias de participação popular possam atuar, evitando a sobreposição
de atividades que interessam a todas as comunidades. 2. Garantir a
continuidade dos Projetos aprovados pelos fóruns de participação popular,
nas situações de alternância de gestão, administração ou coordenação
do Governo. 3. Divulgar em locais públicos, os Direitos dos cidadãos
sobre as Políticas Sociais e formas de acesso aos serviços oferecidos
pelo poder público. 4. Implementar, no prazo de 1 ano após a divulgação
do Censo 2000, um projeto, apresentado pela Secretaria Municipal de
Saúde e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde, de 100% de cobertura
para a Atenção Básica de Porto Alegre, que atenda toda a população
da cidade. 5. Aperfeiçoar o modelo de organização do Sistema de Saúde
em Porto Alegre, trazendo distintos serviços para mais perto do cidadão
nos distritos de saúde, como equipes de saúde mental- CAIS, farmácias
distritais de referência, e vigilância em saúde. Quando não for possível
instalar estes serviços em cada distrito, deve-se definir com nitidez
as referências para cada território. 6. Implantar um programa de transporte
social para a cidade de Porto Alegre. 7. Garantir a permanência do
caráter público do Hospital Presidente Vargas 8. Apresentar no IV
Congresso da Cidade uma análise do que foi proposto no III Congresso,
o que foi e não foi executado, com justificativa, possibilitando uma
avaliação e reafirmação de prioridades. DIRETRIZES DA I CONFERÊNCIA
MUNICIPAL DE ESPORTE, RECREAÇÃO E LAZER ENCAMINHADAS AO III CONGRESSO
DA CIDADE A. Política de produção e manutenção 1. Desenvolvimento
urbano com preservação dos espaços públicos de esporte, recreação
e lazer existentes na cidade. 2. Ampliação dos espaços públicos de
esporte na cidade, atendendo às características regionais e priorizando
as áreas de grande densidade demográfica. 3. Adaptação dos espaços
públicos e diversificação dos equipamentos, ampliando as possibilidades
de acesso e ocupação. 4. Qualificação (cobertura, iluminação, etc.)
dos equipamentos públicos de esporte, otimizando sua ocupação. 5.
Ampliação da estrutura de manutenção e recuperação dos equipamentos
públicos de esporte, recreação e lazer. B. Gerenciamento participativo
6. Articulação da SME com as demais políticas públicas, com a iniciativa
privada e a comunidade. 7. Manutenção de programas e projetos com
metodologia fundamentada na articulação comunitária. 8. Ampliação
da composição do Conselho Municipal do Desporto com representantes
das regiões do OP e setores com interface com o esporte, a recreação
e o lazer. 9. Manutenção da política de relações com a comunidade,
estimulando a organização de fóruns e associações por locais (praças,
parques, ginásios, campos, etc.), com critérios definidos para o funcionamento
e participação no gerenciamento. C. Política de democratização de
espaços públicos de esporte, recreação e lazer 10. Utilização comunitária
de espaços públicos (escolas, praças, etc.), garantindo o livre acesso
das pessoas, independente de idade, sexo, condição física, social
ou econômica. 11. Divulgação ampla dos espaços, equipamentos, programas,
projetos e eventos públicos na cidade e nas suas regiões. 12. Manutenção
e extensão às regiões da cidade de programa de atividades de livre
adesão (aulas abertas). 13. Manutenção e ampliação de programas e
projetos que atendam às comunidades desprovidas de espaços e equipamentos.
14. Elaboração, junto com os interessados, de política municipal de
desporto para PPDs. 15. Investimento, articuladamente com outras secretarias
e comunidade, no acesso e permanência de segmentos excluídos (população
de rua, drogados, PPNEs, etc.) garantindo uma convivência solidária
entre todos os cidadãos. D. Política de ativação nos espaços públicos
16. Aumento e expansão do atendimento à população a partir de plano
de ativação construído com a participação da comunidade de forma regionalizada,
diversificando atividades para contemplar as áreas do esporte, da
recreação, da promoção à saúde e da expressão corporal para todas
as faixas etárias. 17. Apoio às lideranças e iniciativas da comunidade
relacionadas ao esporte, recreação e lazer. 18. Manutenção do atendimento
sistemático em espaços públicos como praças e parques da cidade e
extensão do trabalho de escolinhas esportivas a todas as comunidades
interessadas. 19. Realização de eventos recreativos, esportivos, culturais
(palestras, debates), atendendo amplamente a cidade. DIRETRIZES INDICADAS
PELAS PRÉ-CONFERÊNCIAS DE DIREITOS HUMANOS PARA O III CONGRESSO DA
CIDADE DIRETRIZES 1. Formular políticas compensatórias e afirmativas
que promovam social, cultural e economicamente negros, PPDs, jovens,
idosos, profissionais do sexo, gays, lésbicas, travestis, povos indígenas,
soro-positivos, egressos dos sistemas penitenciários, portadores de
sofrimento psíquico, pessoas adictas em drogas, através de formas
participativas, solidárias e cooperativadas. 2. Que todos os programas,
projetos e ações da PMPA tenham como referência a promoção da consciência
ética da tolerância para com as diferenças através da destruição dos
estereótipos depreciativos, contribuindo assim para a qualificação
e a democratização dos serviços públicos. 3. Fortalecer e ampliar
a descentralização de políticas de divulgação, defesa e promoção dos
Direitos Humanos através dos Núcleos Regionais de Direitos Humanos.
AÇÕES 4. Romper com a invisibilidade historicamente imposta às marcas
da presença negra em nossa cidade, através do estabelecimento e da
legitimação de roteiros que marquem territórios, prédios e outros
espaços públicos emblemáticos para esta etnia. 5. Aprofundar a política
que contesta o atual modelo de desenvolvimento, através do incentivo
e do subsídio às diferentes ações negras que, se solidarizando em
busca da igualdade de direitos e oportunidades, tem posicionado o
CENTRO DE REFERÊNCIA AFRO-BRASILEIRA como um lugar de síntese da produção
negra, um espaço alternativo à lógica do sistema e, dessa forma, primordial
na construção da unidade na ação e no exercício da democracia. 6.
Implementar as ações previstas no PROGRAMA PARA IDENTIFICAÇÃO, RESGATE
E SOCIALIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO SÓCIO-CULTURAL E POLÍTICO DA ETNIA NEGRA
NO RIO GRANDE DO SUL (parceria CDHC e IPHAE), efetivando em POA os
círculos de discussão e as oficinas de Direito à Memória, que visam
a formação de acervos e a difusão das manifestações da cultura negra.
7. Implementar o Programa de Remoção e Prevenção de Barreiras Arquitetônicas
e Urbanísticas de Porto Alegre. 8. Ampliar o atendimento às mulheres
em situação de violência doméstica e sexual, através de um programa
integrado e interinstitucional. 9. Apoiar as iniciativas de geração
de renda organizadas pelas mulheres, facilitando seu acesso aos programas
de financiamento, de capacitação e qualificação profissional, de formação
na área de cooperativismo e associativismo. 10. Viabilizar a implementação
de um Centro de Referência da Juventude em Porto Alegre. 11. Criar
um Centro de Atendimento Interdisciplinar para pessoas em estado de
sofrimento (crise, constrangimento, violência) em virtude de suas
expressões sexuais. 12. Ampliar o horário de funcionamento dos banheiros
públicos de nossa cidade. |
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