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Educação Ambiental
Construindo um desenvolvimento ambientalmente sustentável

O modelo de sociedade em que vivemos reflete-se nos resíduos que produzimos.
O ser humano toma, de maneira indiscriminada, os bens da natureza, os transforma em produtos de consumo e devolve-os na forma de lixo, irracional e irresponsavelmente. Essa constatação nos remete ao esgotamento dos recursos naturais.
A natureza é finita. Portanto, é urgente que o crescimento econômico seja compatível com o desenvolvimento ecologicamente sustentável. É preciso buscar formas de sensibilizar o ser humano para que, coletiva ou individualmente, perceba seu poder na preservação do ambiente, possibilitando a qualidade de vida no presente e nas gerações futuras.
Em 1989, novos conceitos começam a ser introduzidos no Modelo de Gestão do DMLU. O lixo começou a ser abordado sob a ótica e princípios da Educação Ambiental, que apontam o cidadão como gerador do problema e como parte da sua solução. Porto Alegre foi se diferenciando e se referenciando para as demais capitais brasileiras, emergiu do quadro de colapso e calamidade pública dos lixões, para um Sistema de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. O Departamento adotou a Coleta Seletiva como um importante instrumento de Educação Ambiental nos bairros, vilas, populares, condomínios, empresas, hospitais, órgãos públicos e escolas.
A escola, por se tratar de um espaço de construção de conhecimento, formulação de conceitos e reflexão permanente, é um fórum privilegiado para a abordagem dessas questões. Deve ser reforçado o ganho social na implantação de ações que visem a qualidade ambiental.




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